4 tendências para 2019 que você precisa ficar de olho

Podcasts, OnDemand, mobilidade urbana...Conheça algumas tendências para 2019 e saiba entenda quais áreas prometem para os próximos meses.

28/03/2019

Ficar de olho em tendências internacionais na área de inovação é essencial para um bom investidor. Afinal, assim é possível entender qual é a próxima revolução antes mesmo dela acontecer — ou the next big thing, como é dito em terras estrangeiras. Abaixo, reunimos algumas tendências para 2019 — algumas já chegaram por aqui e prometem evoluir nos próximos anos.

1) A revolução da mobilidade urbana continua

O ano de 2018 mostrou que o teto para a revolução da mobilidade urbana está longe de ser alcançado. Startups como Grin e Yellow espalharam patinetes elétricos e bicicletas pela cidade, enquanto outros como o RibaShare e Urbano apostaram no compartilhamento de scooters elétricas e carros Smart.

Lá fora, as novas startups apontam para mudanças ainda mais drásticas, confirmando que ser dono de um veículo começa a ser cada vez mais ultrapassado. A Fair, por exemplo, oferece modelos em conta de aluguel de carro, promovendo uma liberdade para alugar e deixar o veículo quando quiser.

Outro caminho ainda a ser trilhado pela startups e montadoras brasileiras é dos carros autônomos e elétricos. Há dezenas de exemplos nos Estados Unidos, China e Europa de startups que estão contribuindo para essa mudança no comportamento de uma sociedade antes fissurada em automóveis próprios.

2) HealthTech: genes, biotecnologia e big data

Um campo da ciência ganhou holofotes nos últimos anos e, aos poucos, começa a ter impacto no Brasil. As HealthTechs estão utilizando os avanços na medicina para revolucionar todo o sistema de saúde — seja na área da detecção de doenças com bigdata ou através do progresso na biotecnologia.

Nesse contexto, empresas como a 23 and Me começaram a surgir. O principal objetivo dos testes feitos com a 23 and Me é descobrir com precisão a ascendência de cada pessoa. A empresa foi fundada em 2006 e já vale US$1,75 bilhão, mas por aqui somente a My Heritage fornece esse tipo de serviço.

O ano de 2018 se mostrou promissor para dezenas startups da área. Avanços na medicina têm possibilitado progressos que pareciam impossíveis há poucos anos. Por exemplo, a Grail é uma empresa que arrecadou mais de US$1,6 bilhão em maio de 2018. O objetivo da startup é detectar o câncer em estágio inicial utilizando big data.

3) Podcast decolou em 2018 (e promete mais em 2019)

Até o Google já adiantou: podcasts estão mais quentes do que nunca lá fora. A sempre ousada empresa colocou como missão dobrar o número de podcasts que as pessoas estão ouvindo nos próximos dois anos. O conteúdo em áudio também foi colocado como uma das tendências de 2018 por Mary Meeker, visionária sobre tecnologia e internet, que fez um relatório de mais de 300 páginas sobre as tendências do mundo virtual.

Nos Estados Unidos, o número de ouvintes é impressionante: 44% dos americanos ouvem podcasts. Já foram feitas pesquisas por aqui, como a PodPesquisa, que mostram que o nicho começa a crescer. Ainda assim, parece um mercado com muito potencial que ainda pode ser explorado no Brasil.

Em tempos em que ganhar a atenção do consumidor na tela do smartphone parece uma eterna batalha, o áudio surge como interessante alternativa — e pode modificar a maneira que consumidos conteúdo, indo além de podcasts. A popularização de assistentes pessoais como o Google Home ou o Amazon Alexa permite que vários serviços possam ser agendados apenas com a voz.

4) Até onde o OnDemand vai parar?

Zapear canais virou antiguidade. O que fazemos agora é, no máximo, trocar de serviços de streaming. Aos poucos, ferramentas como Spotify e Netflix foram criando um novo tipo

consumidor, que vai além de ser apenas exigente. Hoje, tudo é criado de maneira personalizada, de modo que se cria um produto ou serviço específico para cada pessoa.

O que começou com ferramentas online e focadas em entretenimento, passou a ser visto como oportunidade para serviços que tem como principal mote a praticidade, saindo do mundo online. A ideia é ter serviços ou produtos personalizados, mas que possam ser entregues ou feitos em casa. Por aqui, alguns já são mais conhecidos do público, como a LavEmCasa, lavanderia que busca, lava, passa e entrega roupas ou a HomeRefill, de compras para casa.

Lá fora, quase todo serviço pode ser feito através de um aplicativo. Há, por exemplo, a Washé, uma startup americana que lava carros à pedido do cliente, sendo que tudo pode ser agendado e feito por um aplicativo. A Washé recebeu aporte de US$3,5 milhões em abril de 2018. Já a Doctor On Demand, startup de consultas médicas pela internet, levantou U$ 74 milhões no ano passado.

De olho nas tendências

Como investidora e gestora de recursos, a Garín entende que é muito importante estar antenada nas próximas tendências. Isso ajuda a compreender quais serão os próximos movimentos do mercado, prevendo assim, os bons investimentos e minimizando os riscos para todos os seus clientes. Com um rol de produtos diversificados e experientes executivos, oferece as melhores soluções para quem aposta no futuro.

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