Capital de risco: 3 histórias para você se inspirar na hora de investir

Histórias envolvendo capital de risco podem inspirar o seu próximo investimento na Garín. Conheça mais!

04/04/2019

Investir parte de seu patrimônio em uma startup pode ser emocionante por vários motivos. Primeiro, no sentido mais literal da palavra, pois quem investe em startups sabe que, dependendo da área de atuação da empresa, pode ajudar a transformar o mundo. O outro sentido de emoção diz respeito ao frio na barriga do investidor. Mesmo depois uma análise completa da jovem empresa — e todo o conhecimento de faturamento, lucro, possibilidades, concorrência, equipe e etc — o risco existe. Afinal, estamos falando de mercado financeiro. No entanto, sabemos que o risco pode trazer um retorno maior. E, no caso de startups, os investidores iniciais podem se dar muito bem.

Na Garín, trabalhamos com o Venture Capital com blockchain, uma nova maneira de investir em startups. Os tokens do blockchain funcionam como ações de cada jovem empresa, o que ajuda a aumentar a liquidez dos investimentos. Por aqui, procuramos startups alinhadas com nosso modelo de negócio: inovadoras, à frente de seu tempo e que tragam melhorias para importantes setores de atuação — saúde, educação e finanças, por exemplo. Utilizamos como inspiração casos de investidores iniciais que souberam colocar dinheiro nas empresas e momentos corretos — e tiveram um consequente retorno.

Os US$55 mil de Barbara Corcoran que fizeram um negócio decolar

O programa Shark Tank reúne algumas dezenas de histórias de startups que receberam grandes aportes. Mas nem todas conseguem êxito depois do investimento. Um dos casos mais legais que ocorreram na versão norte-americana do programa foi o de um food truck que vende lagosta. À primeira vista, não parece tão inovador, mas a brecha de oportunidade existia: os donos perceberam que não havia na Califórnia uma experiência gastronômica como as lagostas do Maine, famoso pelos frutos do mar. Decidiram, então, investir 20 mil em um food truck e começar um negócio. A originalidade e o sabor logo chamaram a atenção.

O sucesso de seu food truck levaram os primos a tentar a sorte no Shark Tank. É aí que entra Barbara Corcoran: ela gostou do que ouviu e fez uma oferta — US$ 55 mil por 15% da empresa. O valor, modesto se comparado aos investimentos de outros VCs, mostrou-se suficiente para uma expansão: e não demorou muito para o negócio decolar de vez. Em 2018, a Cousins Maine Lobster tinha 20 food trucks em 13 lugares espalhados pelos Estados Unidos, além de um restaurante em West Hollywood, na Califórnia, e uma distribuição online que vende refeições da CML em qualquer lugar dos Estados Unidos. A empresa está avaliada em US$ 20 milhões.

Ashton Kutcher e seu portfólio de US$ 250 milhões

Em um longo texto, a Forbes apresenta a história do ator como investidor. Lá fora, ele é visto além de seu papel em filmes como Efeito Borboleta e séries como The 70s Show. O artista transformou o seu investimento de US$500 mil em 100 vezes esse valor. Isso mesmo. A empresa em que Kutcher investiu? Uber, ainda em 2011, quando o táxi ainda reinava como transporte privado no Brasil (e na maior parte do mundo).

Os investimentos de sucesso começaram em 2009, quando ele aplicou US$ 1 milhão no Skype. Pouco depois, a empresa foi vendida pela Microsoft e o milhão investido virou US$ 4 milhões. Com bons contatos e conhecimento do mercado, Kutcher transformou US$ 30 milhões (distribuídos em várias empresas) em incríveis US$250 milhões utilizando a A-Grade Investments, empresa que criou junto com Guy Oseary, produtor musical e empresário de Madonna. Outra empresa que faz parte do portfólio de Kutcher é o Airbnb — Kutcher e Oseary investiram US$2,5 milhões — que se transformaram em US$ 90 milhões cerca de 5 anos depois.

É claro que identificar startups tão promissoras quanto Uber e Airbnb não é tarefa fácil, mas chama a atenção a eficiência dos investimentos de Ashton Kutcher, que utilizou a sua influência para ajudar a divulgar essas jovens empresas — e hoje, como não poderia ser diferente, elas lutam pela sua atenção.

O toque de Midas de Jim Goetz

Jim Goetz já ficou em primeiro lugar na “Lista de Midas”, como o melhor venture capital na revista Forbes. A história mais impressionante de Jim envolve o tão querido WhatsApp: utilizando a sua empresa, a Sequoia Capital, Jim colocou muito dinheiro no aplicativo de mensagens — US$ 60 milhões. Para ter um retorno ao investir um número tão alto, é necessário um crescimento realmente grande do valor da empresa. E, como sabemos, aconteceu: o Facebook comprou o WhatsApp em 2014 por nada menos do que US$ 19 bilhões. Aqueles US$60 milhões, então, transformaram-se em US$ 3,5 bilhões. Cinquenta vezes mais.

Antes do investimento no WhatsApp, Jim já havia investido em outras empresas que foram vendidas por valores exorbitantes posteriormente — AdMob (comprada pelo Google em 2009 por US$750 milhões) e GitHub (adquirida pela Microsoft em 2018 por US$7,5 bilhões), demonstrando toda a sua leitura sobre o mercado de startups e tecnologia.

 

Definir aonde aplicar o capital não é uma tarefa fácil. No entanto, contamos com um time de especialistas na Garín que têm todo o conhecimento necessário para indicar as melhores formas de investir seu dinheiro: como, onde e em que momento. Venha nos visitar para conhecer mais sobre nossa estrutura e profissionais, e ter uma conversa sobre os investimentos mais adequados para o seu perfil!

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