Com tecnologia blockchain, novo venture capital da Garín promete revolucionar investimentos

Conheça o venture capital com blockchain, novo produto da Garín que promete atrair diferentes perfis para investir em startups promissoras

28/03/2019

A inovação que tem moldado a nova economia e transformado diferentes mercados chegou ao capital de risco e a Garín tem orgulho de ser uma das investidoras mais progressistas do Brasil. Por isso, a empresa coloca em seu rol de produtos um venture capital que utiliza o blockchain, tecnologia que borbulhou nos últimos anos e que deve ser parâmetro para diversas transações financeiras em um futuro próximo.  

Com o objetivo de fomentar startups promissoras e que ajudem a economia a crescer, o venture capital com blockchain está alinhado com tendências que estão ditando o rumo do que acontece em grandes centros de inovação e investimento, tendo como o maior exemplo o Vale do Silício.  

O novo produto vai utilizar tokens, que irão funcionar como ações de cada startup. O modelo utilizado é semelhante ao das moedas virtuais. Nas criptomoedas, os tokens são a representação de um ativo. Um exemplo é o Ether, token do Ethereum, plataforma open-source e baseada em blockchain. Desse modo, investidores poderão comprar tokens das startups que acharem mais promissoras. O serviço de venture capital utiliza os benefícios do blockchain para gerar uma liquidez no mercado secundário. Ou seja, é criado um modelo de crowdfunding que possibilita os investidores entrarem na oferta primária. A versatilidade do produto permite que possa ser utilizado por diferentes perfis — seja o investidor retail ou o investidor profissional. Tudo dependerá do valor mínimo a ser investido, o que ainda será definido.

Como as startups serão selecionadas para o venture capital com blockchain?

Na hora de escolher startups que irão participar do venture capital com blockchain, é necessário fazer uma minuciosa pesquisa de mercado. A ideia é fomentar empresas que estejam em evidência no mercado e que tenham uma maior chance de retorno de investimento.

Atualmente, alguns grupos que têm crescido no contexto da nova economia são as FinTechs, EduTechs e HealthTechs, todas com enorme potencial. Por exemplo, o investimento global em Fintechs em 2017 chegou a US$ 8,2 bilhão apenas no Q3 em 2017, segundo o Banking Tech, enquanto a education technology foi citada por Nataf Emmanuel, do TechCrunch, como uma “oportunidade global”.

Com uma escolha assertiva e técnica feita pela Garin, é possível minimizar os riscos, promovendo liquidez e que todo o processo esteja inerentes ao contexto político e econômico brasileiro.

Qual é a diferença de investir em ações e em startups?

O venture capital com tecnologia blockchain é similar ao processo que ocorre na bolsa. Em ambos os casos, são investimentos de renda variável. Na bolsa, o investimento é feito em grandes empresas com IPO aberto. Nesse contexto, o valor vai direto para os acionistas. Ou seja, ao investir em ações, a empresa dona daquele ativo não utiliza o dinheiro, já que se trata apenas de fomentar a troca de acionistas.

Na startup, a emissão primária é feita para a construção da companhia — o dinheiro investido pode ser utilizado para escalar um software, fazer melhorias em um produto ou até mesmo pagar contas e contratar pessoas. E como esse novo produto pode promover liquidez? É aí que entra o blockchain: um mercado secundário é criado ao converter as ações das startups em tokens, permitindo uma eventual troca de acionistas e um retorno mais rápido de investimento.

Mas afinal, o que é blockchain?

O blockchain, que surgiu junto com a bitcoin, surge como uma alternativa descentralizada para validar transações. Visto como uma das tecnologias mais inovadoras para a contabilidade, o blockchain é tido como uma cadeia de blocos que valida as transações. Uma das principais vantagens da tecnologia é a segurança, já que não há brechas para desvios ou duplicatas.

Aos poucos, empresas vão adotando novos usos para o blockchain. O que começou com a moeda digital pode servir para qualquer tipo de transação online — ou até mesmo para firmar contratos digitais.

Sobre a Garín

Jovem, mas experiente. A Garín foi fundada em 2017, mas é o fruto de união de experientes e qualificados executivos do mercado financeiro brasileiro e internacional. O novo produto de venture capital com blockchain representa a empresa como um todo, já que vai além de uma gestora de recursos tradicional. O viés sustentável da empresa passa pela transparência com os stakeholders aos cuidados socioambientais. Pensando sempre na evolução da economia do país, a Garín está pronta para oferecer a melhor solução para você.

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