Como a Garín escolhe bons investimentos (e boas startups) para você

Procurando bons investimentos? Conheça alguns critérios e entenda o processo de escolha da Garín de startups para investir.

29/03/2019

A responsabilidade de escolher investimentos frutíferos para os seus clientes torna o processo de gestão de recursos da Garín diferenciado, profundo e transparente. A investidora entende a importância de minimizar os riscos e de explicar quais são os passos para selecionar o que entendemos como melhor para cada cliente. Atualmente, contamos em nosso rol de produtos diferentes serviços que podem se adequar à variados perfis. Abaixo, explicamos um pouco sobre como selecionamos startups para nosso venture capital.

 

  1. Inovação e disrupção

Startups disruptivas e inovadoras. É isso que a Garin busca em seu portfólio de novas empresas. Todo o nosso serviço é baseado em teses bem fundamentadas, apoiadas por estudos e pesquisas especializados e baseados em tendências disruptivas e visão de longo prazo. Buscamos startups que cumpram esses requisitos e que estejam criando soluções que olhem além do presente, utilizando tecnologias inovadoras.

 

  1.  Segmentação

Dentro do contexto de disrupção, estamos sempre de olho em segmentos que têm se mostrado promissores, com o mercado aquecido e com uma tendência de crescimento para os próximos anos. Por exemplo, avaliamos que, após o boom das fintechs, as EduTechs – startups de educação e tecnologia – aparecem com potencial para se tornar unicórnios em um breve futuro.

Alguns números já comprovam que as startups de educação merecem toda a atenção – e é claro, o investimento. Em 2017, foram mais de US$ 9,5 bilhões investidos em empresas do tipo, segundo a Forbes — números que aumentaram 30% se comparados a 2016. Neste outro texto, destrinchamos um pouco o que se espera do ramo. Com o auxílio de inteligência e realidade virtuais, a sala de aula tradicional aos poucos se transforma. Ter essa visão de tendências disruptivas é parte essencial da escolha da Garín. Por isso, priorizamos empresas como EduTechs, HealthTechs e FinTechs, com um maior potencial para escalar os seus negócios.

 

  1. Pessoas

Não há como analisar uma startup sem conhecer a fundo quem faz ela acontecer todos os dias. Entender quem são os fundadores, qual é o propósito da startup e o quanto cada membro conhece sobre o mercado em que estão inseridos é parte da nossa lição de casa. Ao estabelecer conexões com os profissionais é possível, antes de tudo, ir além de métricas, CAC, MVP e outros importantes números. Valores como ambição, ética e conhecimento são intangíveis, mas podem ser tão relevantes quanto um faturamento que se mostra interessante. Além disso, buscamos pessoas corajosas, que possam ter a iniciativa de pivotar negócios, fazer decisões difíceis e necessárias para o crescimento da startup.

 

  1. Estágio do produto

Uma ideia genial pode estar longe de uma execução perfeita. Logo, mesmo que uma startup encante investidores com uma proposta disruptiva, buscamos sempre empresas que tenham passado da fase de testes. Ao mesmo tempo, procuramos startups com grande oportunidade de expansão e crescimento. Nessas situações, há um maior potencial de geração de valor, o que pode aumentar consideravelmente os ganhos dos nossos clientes.

 

  1. Solução

Pessoas ambiciosas e com grande liderança, ideias disruptivas e segmentação promissora não são nada sem uma solução que de fato atenda às demandas do mercado. A análise da Garín é baseada em pesquisas de mercado e dados que ajudam a compreender se a solução apresentada pela startup faz sentido. Mais do que isso, queremos sempre entender como a solução será feita, com qual tecnologia ou plataforma ela será construída, como serão feitas as vendas e assim por diante.

 

  1. Potencial e riscos

A soma de todos os fatores acima é que irá indicar o fator potencial x risco da startup. Empresas mais jovens e menos consolidadas podem ter um maior potencial de crescimento, mas representam um risco maior. Companhias que já buscam escalar o seu negócio de maneira significativa podem representar uma chance maior de ganhos, embora o potencial de crescimento possa ser menor.

E riscos, no caso, vão além do risco da startup falhar. Aqui, deve ser analisado também o risco de ser copiado por outra jovem empresa — os chamados CopyCats. Além disso, deve-se levar em consideração outros fatores, como a possibilidade de a empresa acabar sendo dependente de outras plataformas.

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Agora que você entendeu o nosso processo de seleção e análise de startups, já sabe como cuidamos dos recursos de nossos clientes. Entre em contato com a gente para conhecer mais sobre nossos produtos e conhecer algumas startups que já trabalhamos!

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